Uniforme escolar, jaleco, fardamento, camiseta de campanha: o governo compra roupa o ano inteiro, e muitos itens são reservados por lei para empresa pequena. O que falta para a maioria das confecções é saber por onde começar: onde ficam as compras, que documentos juntar e quanto cobrar.
R$ 67 à vista ou 12x de R$ 6,93PDF no seu e-mail na horaNúmeros reais de outubro de 2026
O guia completo para vender ao governo, mais um capítulo só do seu ramo e um anexo com o mercado de agora: as disputas do seu tamanho em cada estado, com o link de cada uma, e quem mais compra. Junto vêm a checklist de documentos, a planilha de preço e o plano de 30 dias.
Como achar os pregões de uniforme da sua região e o que cada órgão compra.
A pasta que resolve a maior parte das reprovações, sem contratar ninguém.
O que a prefeitura pede na amostra e na ficha técnica, com o modelo que os editais usam.
A conta por peça e o preço que venceu de camiseta, calça, jaleco, agasalho e mais.
Quem costura bem costuma achar que vender para a prefeitura é para empresa grande, com contato lá dentro. Não é: a compra é aberta, publicada, e muitos itens são reservados por lei para empresa pequena. Este guia junta o que a confecção precisa saber para sair do zero, com os números reais do mercado de uniforme.
Leonardo de Oliveira · Eixo Licitações
Serve para entender o mercado, mas o MEI tem limite de faturamento que costuma não comportar contratos de uniforme. O guia explica quando vale abrir ME.
Não necessariamente. Muitas confecções vencem com produção terceirizada em facção, desde que entreguem a peça igual à amostra e no prazo.
Sim. Saem das compras publicadas no Portal Nacional de Contratações Públicas, levantadas em outubro de 2026.
O PDF chega no seu e-mail logo depois da confirmação do pagamento pela Hotmart.
Leia o guia antes dela. Por R$ 67, você chega sabendo o que olhar, o que mandar e quanto cobrar.