Do empenho ao pagamento: o que fazer nos primeiros 90 dias, com o painel de controle e os documentos já prontos.

Ninguém liga para dizer quando entregar, para quem mandar a nota, quem assina o recebimento, por que o pagamento não saiu. E os erros dessa fase são os mais caros do mercado público.
É ruim, mas é só a venda. Você tenta de novo na semana seguinte.
Perde a venda, o dinheiro que já gastou com estoque e frete, e o tempo que ninguém devolve.
Atraso não comunicado vira multa, e multa vira impedimento de licitar. Aí não é um contrato que se perde: são todos os próximos.
Dispensa é a compra pequena, com disputa curta e muito menos concorrente que um pregão. É a porta de entrada, e quase ninguém olha para ela. Este é o levantamento que virou o bônus do guia, feito no PNCP estado por estado.
contra 0 pregões eletrônicos: menos concorrente, prazo mais curto, exigência menor.
No guia, o bônus traz os dez órgãos de cada estado e as cidades que mais publicam. E o Eixo Hub tem a busca do dia, se você quiser acompanhar sem depender de ninguém.
Cada etapa tem um erro clássico, e o guia mostra os dois: o que fazer e o que não fazer.
Certidões, dados bancários, preposto, garantia contratual. E a regra de ouro: sem nota de empenho, não compre nada.
Onde, quando, como e quem assina. Recebimento provisório não é definitivo, e é o definitivo que libera o dinheiro.
Nota fiscal errada é a causa número um de pagamento travado. E existe ordem cronológica de pagamento, que quase ninguém cobra.
Você lê o guia numa sentada, preenche o painel com os dados do seu contrato e usa os dois documentos quando precisar. Tudo aplicável no mesmo dia.
Num contrato de R$ 30 mil, que é o valor mediano de quem está no primeiro, uma multa por atraso de 10% são R$ 3 mil. O guia custa menos de um centésimo disso, e a maior parte dos atrasos se evita com um ofício protocolado a tempo.
Acesso imediato, entrega por download.
Leonardo Araújo de OliveiraFundador da Eixo Licitações · mais de uma década acompanhando disputas públicas
O erro mais comum de quem está no primeiro contrato não é entregar errado. É contar o prazo da data errada.
O prazo de entrega quase nunca conta da assinatura. Costuma contar do recebimento da ordem de fornecimento ou da nota de empenho, que chegam antes, às vezes por e-mail, às vezes sem aviso nenhum.
Está escrito no edital, numa linha, no meio de um anexo.
Trinta dias corridos e trinta dias úteis têm quase duas semanas de diferença. Quem confunde descobre no dia em que já é tarde. O painel do guia calcula a data-limite dos dois jeitos.
Protocolado antes do vencimento, é tratativa e costuma ser aceito. Depois do vencimento, é processo de penalidade, com defesa prévia e registro que atrapalha as próximas disputas.
Prefiro perder a venda a receber um pedido de reembolso.
Serve, e talvez seja o melhor momento. Boa parte do que dá errado na execução se decide antes do lance: prazo de entrega, local, exigência de amostra, garantia contratual. Ler o guia antes muda o preço que você coloca.
O Protocolo é antes: os sete erros que eliminam a sua empresa na disputa. O Guia é depois: o que fazer com o contrato na mão. Um não substitui o outro, e a maioria das empresas precisa dos dois em momentos diferentes.
Os números mudam todo dia: o levantamento é uma foto. O que não muda é a lista de quem compra: órgão que publica dispensa toda semana continua publicando no mês que vem. Use o mapa para saber onde procurar, e faça a busca do dia no PNCP.
Não. O painel abre no Excel e no Google Planilhas. Os documentos abrem no Word e no Google Documentos.
São 7 dias de garantia pela Hotmart. Você pede o reembolso e recebe de volta, sem precisar explicar nada.
Você enfrentou a disputa, provou o preço, passou pela habilitação. O trabalho caro está feito. O que falta é não tropeçar nos 90 dias em que ninguém explica nada.
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